Aumenta número de mulheres na segurança privada - Allia
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Cresce o número de mulheres que atuam na segurança privada

mulheres na segurança privada

Cresce o número de mulheres que atuam na segurança privada

As mulheres estão marcando presença no mercado de segurança privada. Não só como vigilantes, mas também como executivas. Dados do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp) apontam que 30% dessas organizações são comandadas por elas.

Em apenas cinco anos a participação feminina aumentou significativamente. As empresárias que antes não apareciam, hoje já somam 150 executivas à frente dos negócios no ramo da segurança privada. Como vigias, antes representavam pouco mais de 3% e em 2019 esse número já está em 8%, ou seja, uma média de 10 mil.

É uma atividade que deve ser autorizada e fiscalizada pelo Departamento de Polícia Federal. Portanto, ao contratar esse tipo de serviço, verifique a idoneidade da empresa e se ela está habilitada a prestar esse tipo de auxílio, afinal devem proteger o seu patrimônio.

Quais os tipos de atividade de segurança privada que as mulheres têm atuado?
Como já vimos, as mulheres estão cada vez mais presentes nesse segmento. Além da atuação como executivas, comandando as empresas, elas operam também nos ramos de: Vigilância patrimonial, transporte de valores, segurança pessoal, escolta armada e em cursos de formação de novos profissionais.

Quais as características de uma boa vigilante?

Ser uma boa vigia ultrapassa as habilidades técnicas e os treinamentos. É preciso contar com muita inteligência emocional para lidar com as situações diárias da profissão, principalmente quando oferecem riscos a terceiros.

Ao contrário do que muitos pensam, a mulher tem mais inteligência emocional para lidar com o público e com determinadas situações, por isso muitas organizações estão optando por contratá-las. Essa característica também se sobressai quando o assunto é liderança para assumir o cargo de gerente e comandar empresas de patrulhamento privado.

A Allia aposta nas mulheres para exercer essa importante função, pois acredita na capacidade feminina de liderança, de observação e de atenção aos detalhes. Além da versatilidade para lidar com situações de risco, discrição, flexibilidade e criatividade para melhorar o serviço de segurança que entregam.

Números da vigilância privada no Estado de São Paulo

– Atualmente são 148 mil vigias de ambos os sexos;

– Somam-se 519 empresas especializadas e legalizadas;

– Aproximadamente 200 delas são associadas ao Sesvesp.

Gostou do texto? Acesse o site da Allia e saiba como contratar as melhores vigilantes do mercado. Entre em contato conosco!

 

Leia também: Quais são os limites legais na atuação dos vigilantes?

 

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